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Junho é um mês em que a maioria das pessoas adia as decisões. É precisamente por isso que é o melhor mês para tomar uma decisão de carreira.

  • Foto do escritor: ERA AAA
    ERA AAA
  • 2 de jun.
  • 3 min de leitura

Eis um guia prático sobre como procurar uma oportunidade de carreira no mês em que toda a gente está “distraída”.


Em janeiro, toda a gente fala em mudança. Em junho, essa energia desaparece — as férias aproximam-se, o mercado 'abranda' e a decisão fica suspensa até setembro.

Qual é o problema com este “ciclo”: quem decide em janeiro compete com toda a gente que formulou as “resoluções de Ano Novo”. Quem decide em junho entra num mercado mais em pausa de ruído — e aprende nos meses em que os outros estão parados.


Primeiro: perceber por que é que junho tem má reputação — e porque é que essa reputação é falsa


A ideia de que junho é um mês “morto” para iniciar um novo desafio profissional decorre de uma época em que o recrutamento era sazonal, as empresas fechavam processos antes do Verão e tudo ficava em pausa até setembro.

Em algumas indústrias, provávelmente isso ainda acontece. Mas não em todas.

No mercado imobiliário, por exemplo, junho é um mês ativo. Os imóveis continuam a valorizar-se, a procura mantém-se e os proprietários que estavam indecisos até esta altura, tomam decisões antes de ir de férias. Há transações a acontecer, há angariações por fazer, há oportunidades que não esperam pelo calendário académico.


O mesmo acontece em sectores como tecnologia, saúde, retalho alimentar e serviços. A ideia do 'Verão parado' é, em grande parte, uma narrativa que se perpetua — não um dado real do mercado.


Quem atua em junho em vez de esperar por setembro tem, em muitos contextos, menos competição direta e mais atenção dos recrutadores. É uma janela pequena. Mas existe.


Quatro ações concretas para fazer este mês


1. Perceber o que quer — não o que está habituado a querer

A maioria das pessoas procura emprego dentro do sector onde já está. O problema é que este padrão reproduz a situação que gerou a insatisfação.

Antes de atualizar o currículo, responda a uma pergunta direta: o que é que não está disposto a continuar a tolerar? Não em termos vagos, mas concretamente. A resposta define o que deve procurar, não o cargo actual ou anterior.


2. Procurar mercados com dinâmica, não apenas as oportunidades anunciadas.

Uma vaga publicada é o passo final de um processo. Quem chega antes — através de contacto direto ou de presença nos sítios certos — tem menos competição e mais influência sobre o que a função pode ser.

Nesta atividade, por exemplo, junho é um mês ativo: a procura mantém-se, há decisões antes das férias e oportunidades que não esperam pelo calendário. O mesmo acontece noutros sectores com uma verdadeira dinâmica.


3. Atualizar o que comunica — não apenas o que está escrito

O currículo é o documento menos lido do processo. O que realmente decide é a forma como se apresenta numa primeira conversa e o que está escrito no LinkedIn.

Com mais tempo em junho, vale a pena fazer esse trabalho que a maioria adia: reescrever o resumo do perfil para descrever o que se faz bem — não o cargo que se tem ou teve.


4. Tomar uma decisão de exploração — não uma decisão final

O maior bloqueio à mudança de carreira é confundir o explorar com o decidir. Agendar uma reunião não é comprometer-se. Candidatar-se não é aceitar.

Quem começa a explorar em junho tem o processo mais avançado quando chegar a setembro — e decide melhor, com informação real em vez de suposições.

A ERA Alameda / Alvalade /Amoreiras está a recrutar consultores imobiliários e diretores comerciais para as suas três zonas de influência. São zonas com procura consistente, mercado ativo e um historial de experiencia e presença de mais de vinte anos.


Não podemos dizer que o imobiliário é para toda a gente pois não é. Exige tolerância à incerteza dos primeiros meses, capacidade de aprender rápido e disciplina para trabalhar mesmo que com supervisão constante. Quem não se revê nestas características vai ter dificuldade — independentemente do suporte que exista.


Para quem se revê, o imobiliário oferece algo que é difícil de encontrar noutras áreas: rendimento diretamente ligado ao desempenho, autonomia real desde o início e um mercado com dinâmica suficiente para aprender a um ritmo que noutras carreiras demora anos.


Junho é um momento menos óbvio para começar — e por isso potencialmente melhor. Quem entra agora chega ao fim do Verão com três meses de experiência real. Os que esperarem até setembro, vão recomeçar do zero.


Se o imobiliário fizer sentido para si, pode começar por aqui: https://www.era-aaa.pt/candidatura


  • ERA Alameda / Av. de Roma - 218 435 190

  • ERA Alvalade / Campo Grande - 211 997 424

  • ERA Amoreiras / Campo de Ourique - 215 819 622

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