Menos transações. Mais dinheiro em jogo. O mercado está a mudar — e o consultor também.


Há um número que, isoladamente, poderá parecer uma má notícia para quem pensa entrar no mercado imobiliário: no 1.º trimestre de 2026 foram transacionadas 37.745 habitações em Portugal, menos 8,7% do que no mesmo período de 2025.
Mas há outro número que muda completamente a leitura.
Apesar de terem sido vendidas menos casas, o valor total das transações atingiu cerca de 9,9 mil milhões de euros — mais 3,2% em termos homólogos. E o Índice de Preços da Habitação aumentou 17,8% no mesmo período.
Ou seja: menos negócios. Mais valor em cada negócio.
E isto diz muito sobre o tipo de consultor que o mercado começa a exigir.
Quando vender deixa de ser a parte mais importante
Num mercado em que os imóveis valorizam e cada decisão envolve montantes elevados, dificilmente basta publicar uma casa num portal e esperar que apareça um comprador.
O proprietário quer perceber se o preço está correto.
O comprador compara alternativas, faz contas e chega à visita com muito mais informação.
E uma negociação mal preparada pode significar milhares de euros de diferença.
É neste contexto que o consultor deixa de ser apenas alguém que aproxima o comprador e o vendedor.
Passa a ter de interpretar o mercado, justificar as decisões, gerir as expectativas e construir uma estratégia para cada imóvel.
É uma profissão cada vez menos baseada na improvisação e cada vez mais apoiada em informação, preparação e capacidade de decisão.
O mercado não ficou pior. Ficou mais seletivo.
A diminuição do número de transações não significa que o imobiliário tenha deixado de movimentar dinheiro. Os próprios números mostram o contrário.
Também não significa que exista automaticamente menos espaço para novos profissionais.
Significa outra coisa: o mercado tende a distinguir mais depressa quem acrescenta valor de quem apenas acompanha o processo.
E isso pode ser particularmente interessante para quem procura uma carreira onde competências profissionais tenham impacto direto.
Quem tem experiencia comercial pode trazer a capacidade de negociação.
Quem trabalhou em gestão pode trazer o pensamento estratégico e organização.
Quem passou pelo atendimento ao cliente conhece a importância da escuta.
Quem trabalhou com dados pode ter uma facilidade natural em transformar a informação numa recomendação.
A experiência anterior não precisa de ter sido adquirida no mercado imobiliário para ser útil neste.
O novo consultor precisa de saber explicar o “porquê”
Imagine uma situação simples.
Um proprietário acredita que o seu apartamento vale 600 mil euros.
O consultor analisa os imóveis semelhantes, o histórico de transações, as características da zona, a concorrência e a procura e conclui que aquele valor poderá dificultar a venda.
Há duas possibilidades.
Dizer aquilo que o proprietário gostaria de ouvir.
Ou apresentar informação suficiente para que ele consiga tomar uma decisão fundamentada.
É na segunda opção que começa verdadeiramente o trabalho de consultoria.
Quanto maior o valor envolvido, maior a responsabilidade de conseguir explicar não apenas o que fazer, mas também por que razão fazê-lo.
E é aqui que a estrutura de suporte tem relevância.
Ninguém inicia a actividade a dominar a avaliação imobiliária, a negociação, a legislação, a prospeção, a tecnologia e o comportamento do consumidor.
Mas aprende.
Por isso, a empresa onde começa influencia profundamente a forma como essa aprendizagem acontece.
Na ERA Alameda/Alvalade/Amoreiras, o consultor encontra formação, acompanhamento comercial, conhecimento acumulado do território e ferramentas que apoiam a análise e a gestão do negócio.
A tecnologia ajuda a gerir a informação.
Os dados ajudam a sustentar as decisões.
O acompanhamento ajuda a transformar o conhecimento em experiência.
Mas continua a existir uma vertente que depende do Consultor: saber interpretar tudo e transformar numa boa decisão para o cliente.
Talvez por isto seja precisamente este o melhor momento para iniciar
Um mercado mais exigente pode assustar quem procura uma profissão fácil.
Mas para quem procura desenvolver competências, aprender sobre negociação, compreender as pessoas e desenvolver um negócio próprio dentro de uma estrutura consolidada, pode representar exatamente o contrário.
Quando um negócio acrecenta realmente valor, a qualidade do profissional também fica mais visível.
E talvez a pergunta certa para quem pondera entrar neste mercadonão seja: “Será que ainda há espaço para mim?”
Mas sim: “Tenho o perfil para acrescentar valor num mercado que já não recompensa o improviso?”
👉 A ERA Alameda/Alvalade/Amoreiras está a recrutar novos Consultores Imobiliários. Para quem quiser perceber como funciona a profissão antes de tomar uma decisão, o primeiro passo pode ser simplesmente conhecer-nos melhor numa reunião.
Candidatura: https://www.era-aaa.pt/candidatura
ERA Alameda / Av. de Roma — 218 435 190
ERA Alvalade / Campo Grande — 211 997 424
ERA Amoreiras / Campo de Ourique — 215 819 622



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